O elevador é um meio de deslocamento imprescindível nas grandes cidades. Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Elevadores (ABBEL), no Brasil são cerca de 400 mil, que transportam milhões de pessoas todo os dias, muitas vezes mais até que o número de passageiros em ônibus. Em época de pandemia pelo novo coronavírus, é essencial tomar medidas para preservar a saúde dos usuários. São orientações que perpassam aspectos como a quantidade de gente por vez, a frequência de higienização e a aplicação adequada de produtos de limpeza.

Atenta a essa que também pode ser uma ameaça à de saúde pública, a ABBEL elaborou uma cartilha com recomendações de cuidados básicos de prevenção nos elevadores para minimizar a propagação da doença no país. É um alerta para usuários, síndicos, empresas de manutenção e trabalhadores do ramo. Afinal, todos podem se expor ao risco, sem ao menos ter consciência sobre ele. “Sem que você saiba, alguém contaminado com a COVID-19 pode ter utilizado o elevador antes de você. Alguém pode ter espirrado dentro da cabina e/ou tocado o mesmo botão que você irá apertar”, consta no documento.

Por ser um ambiente fechado e de pouca circulação de ar, o ideal é que o elevador não seja utilizado por muita gente por viagem – o indicado é não mais que três pessoas. É o que ensina o infectologista André Fernando Diniz e Silva. Uma alternativa pode ser, quando não for possível o uso individual, priorizar o transporte conjunto de pessoas que vão para o mesmo andar. “Se houver alguém com sintoma respiratório, é fundamental que frequente o elevador sozinho, com máscara, para não oferecer risco aos outros e, após sua saída, é bom fazer a higienização”, ensina. Em qualquer situação, a limpeza do equipamento deve ser realizada com água e sabão ou hipoclorito de sódio.

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